quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Serviço GoToLondon e SEDA até agora.

Vou começar pela GoToLondon porque gosto de começar pela parte ruim. Tentarei pegar leve porque ainda tem muita água pra rolar, mas já vou dar meu parecer inicial.
Hoje liguei para a gerente. Na verdade, não sei exatamente se falei com a gerente, mas falei com uma pessoa chamada Eliene e pela primeira vez me deu um atendimento de satisfatório para bom. Faltam 25 dias  para ir e até agora ninguém tinha entrado em contato comigo. Toda vez que eu ia pedir uma informação (e veja, isso aconteceu 2 ou 3 vezes) eu recebia basicamente um copia e cola que não me sanava duvida alguma seguido de uma oferta de venda de produto.

"Eu: Bom dia, gostaria de saber sobre a carta da minha acomodação, chego em 25 dias e nada...
Atendente: estamos esperando sua confirmação de voo
Eu: mas eu já enviei, e mesmo que tivesse esquecido, vocês deveriam ter me pedido antes!
Atendente: Se a senhora ainda não tiver um voo, me peça um orçamento."

Saia espumando de raiva, não pela oferta do produto, mas por parecer estar falando com um robô.
Até agora, é como se não houvesse agência na minha vida. Fiz tudo por conta própria, descobri tudo por conta própria e em mais de 1 mês que fechei com eles, não recebi nenhum contato. NENHUM.
A atendente me prometeu acomodação em quarto duplo, mas agora já virou compartilhado. Ela prometeu, eu assinei o documento como quarto compartilhado mesmo, questionei se teria problema, ela disse que de forma nenhuma, mas agora o que vale é o documento, OBVIO. Eu resolvi acreditar, e pra mim, eles agiram de má fé.
Minha carta da escola não chegou e não vai chegar por correio, eu tenho que imprimir. Eles só esqueceram de me avisar.
Não quero acabar com a imagem da empresa, só acho que é necessário um treinamento melhor, um interesse a mais pelo aluno que está viajando com eles. Até porque, a referencia da empresa são os clientes dela. Hoje meu atendimento foi bom e esclarecedor e ninguém me ofereceu produto nenhum eles deram uma boa adiantada em tudo o que estava atrasado, mas poderia e deveria ser assim sempre.
Vamos ver se meus translado e acomodação vão estar pro dia certo!

Agora vamos falar de coisas boas:  vamos falar de tekpix, a filmadora mais vendida do Brasil, ela é 7 em 1, filma, grava SEDA!!
Olha, espero não me decepcionar quando chegar em Dublin, mas até agora é pura rasgação de seda e puxa-saquismo.
Conheci a SEDA em 2010 quando ela ainda não tinha o ACELS, mas desde sempre tive interesse nela porque o atendimento sempre foi bom. A escola mudou e está mudando bastante desde lá (e o preço também), agora tem ACELS, a sede tá mudando pra D1, mas fiquei satisfeita quando vi que a pessoa que me respondeu duvidas em 2010 é a mesma que estava disponível em 2012, isso me passou segurança.
O atendimento é tão bom, que eu classificaria como maravilhoso. As pessoas da escola são atenciosas, dão informações precisas e valiosas. Entrei em contato com a escola antes mesmo de fechar com a agência, e eles já tinham me sanado todas, todas as duvidas. Nunca me deram uma resposta mais ou menos ou insatisfatória. Enchi o Tiago de perguntas e ele nunca reclamou de responder nada.
Aconteceu uma coisa ruim comigo a mais ou menos 1 mês atrás e eles vieram me perguntar se eu estava bem e tudo mais.
O facebook deles é cheio de fotos de alunos, da escola e videos do professores. Achei bacana poder ver de uma forma "mais real" a escola sem ser aqueles videos promocionais-de-sempre.
Resumindo, até agora, não tenho do que reclamar.

Ai você deve tá se perguntando o porque eu fechei com a agência e não direto com a escola...
Por 2 motivos muito simples:
1- A escola não tem conta em banco brasileiro, o que dificulta o pagamento e eu não queria fazer (e pagar) por esses tramites.
2- Decidi ficar 5 dias na Turquia na ida, e pra parar de encher os funcionários da escola com duvidas e me sentir mais "apoiada", decidi procurar a agencia.
Não deu muito certo, continuo tirando duvidas com os funcionários da SEDA, já que...

sábado, 22 de dezembro de 2012

Preciso confessar que eu odeio pegar taxi. Nenhum preconceito contra os taxistas, que isso fique claro.
Até acho legal e bem válido a maneira como eles falam de transito, economia, politica e problemas da cidade tentando quebrar a tensão, mas não rola!
Tudo bem para mim pegar um ônibus lotado cheio de malas em dias de 40 graus Celsius, ou esperar no ponto durante horas na madrugada. Vale ir a pé, de bicicleta ou até de camelo. Mas que fique claro, eu odeio taxi.
Cada louco com o seu trauminha, mas eu tenho pavor, pa-vor daquele maldito taxímetro. Aquele maldito quadradinho com números vermelhos que não param de aumentar e esvaziar o meu bolso... Talvez seja por estar no carro de e com alguém desconhecido que em 98% das vezes tenta puxar assunto com você, talvez seja porque eu tenho a alma pobre e pão dura mesmo.
Esse pavor deve vir de uma das minhas primeiras viagens de taxi que se passou no Rio de Janeiro (sim, primeiras porque em campinas eu nunca utilizei taxi) quando peguei um taxi na rodoviária para casa e deu módicos 190 reais. Nem preciso dizer que o taxista foi pilantra e eu idiota né?!
Dessa ultima vez não foi muito diferente, o "piloto" era bem bacana, puxou assunto, colocou, música, falou do tempo, dos problemas do Rio e se empenhou bem na ecônomia pra tentar me relaxar do puta transito que estávamos pegando, no final ainda me deu o troco errado com 10 reais a mais, que devolvi depressa e pulei pra fora do carro do individuo. Mas essa gentileza toda não muda a minha ideia: EU ODEIO PEGAR TAXI.
Então fica a dica, pode me chamar pra sair de busão, de carro-de-boi, de motoca, o que for, mas não me diga que taxi vai estar na parada que você vai ver uma Jéssica se esquivando fácil, fácil!

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Em fase "final" pra embarcar começam a surgir milhares de sentimentos controversos.
A felicidade por estar indo com a tristeza de estar deixando pessoas, histórias mal terminadas...
Pior ainda se você for como eu e se preocupe mais do que deveria com as pessoas.
Em uma fase confusa da minha vida, e por insistência de uma psicologa conhecida, decidi que iria fazer terapia. Algumas semanas se passaram e o diagnóstico: "Jéssica, você não tem problemas. Não existem problemas na sua vida, com você. Existem os problemas que você adquire dos outros e torna como seus. Você se preocupa com os problemas de todo mundo, e pior, tenta resolver os problemas de todo mundo. Toda a nossa terapia, você não falou dos problemas e dificuldades que você tinha, e sim da sua família e amigos. Você tem problema sim: carregar o mundo e o problema dos outros nas costas e se sentir uma pessoa má se não resolve-los. Aprenda a separar as coisas, você não é eles. Quando você resolve os problemas alheios, você é culpada por não deixar cada um aprender com as suas experiências e dores, e assim eles se acomodam achando que você é forte e que pode fazer isso por eles."
Foi um tapa na cara, mas até hoje eu não aprendi. Todo mundo me liga me pedindo dinheiro, favores ou solução pros seus problemas. Eu faço de boa vontade, mesmo. Mas eu estou cansada. Eu levanto da cama pensando nos problemas escolares do meu irmão, no dinheiro que tenho que mandar pra alguém, no trabalho que eu tenho que fazer pra ajudar meu primo, nos favores pro outro primo, em como ajudar a amiga com o namorado. Tem remédio pra desapegar? Tem remédio pra se importar menos? Exausta é a palavra do momento.
E essas pessoas não agradecem, ao contrário, tratam como se fosse a sua obrigação. Elas sabem que podem contar com você e que você vai resolver, por isso não fazem nada por elas mesmas. Eu já não sei sair dessa situações, porque não quero machucar ninguém, apesar de eles não ligarem se me machucam ou não.
Longe eu sempre morro de saudade da minha família, eu sei que nada é mais importante pra mim. Eu amo. Nada me faz mais feliz do que quando chego em casa e vejo todo mundo, é meu porto seguro. Mas eu to de saco cheio de despejarem os problemas em mim. Alô, eu sou 1, não 50. Eu não ganho 30 000, ainda não ganhei na mega sena. Eu quero colo, alguém pra desabafar e falar dos meus "problemas", indecisões, confusões, saudades.
Eu quero ter a minha idade e as minhas responsabilidades. Eu quero apoio, eu não sou tão forte assim, eu quero poder chorar as vezes, eu quero ter direito de dizer "SIM, eu estou confusa."
Peço então: por favor, não me tragam mais problemas que vocês podem resolver. Apoio e ombro eu vou estar aqui SEMPRE pra dar, mas não me peçam para ser a solução dos seus problemas, não me peçam para resolve-los por você. Estou aqui pra apoiar e não para pagar seu carma e dores.


sábado, 20 de outubro de 2012

Poderia ter sido o último. Último dia, último abraço e beijo antes de sair, último eu te amo, última chance de dizer tudo o que precisava ser dito, mas não foi, e eu agradeço.
Eu seria uma hipócrita em dizer que o que aprendi com esse susto é a ser mais cautelosa, ter mais cuidado ou evitar o risco, porque acho que já faço isso o suficiente. Isso tudo só me confirmou aquilo que eu já sabia: não há nada melhor e mais seguro do que estar entre amigos; não deixar pra me expressar, amar, abraçar, beijar e sentir amanhã, o que eu tenho é hoje e só; desapegar pra ser feliz, uns trocados e um celular não podem tirar minha paz; família é tudo.


"Ganho mais um dia em minha vida, agradeço e vou atrás, sorrindo. Sou mais forte, vou viver bem melhor..."

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Pron.ti.dão
etimologia: De Pronto + -idão
1. a qualidade de estar pronto para entrar em ação
2. presteza
3. agilidade e rapidez em responder a uma situação
4. estado de alerta


Os melhores debates geralmente começam em lugares inóspitos, e esse não foi diferente. Festa estranha com gente esquisita e música boa levou a gente a debater sobre ser bom ou não estar de prontidão. Eu defendi com unhas e dentes, obviamente, já que me julgo como uma pessoa que está de eterna prontidão, em todas as interpretações que essa palavra pode se desdobrar. Estou sempre pronta e disponível pro que seja. Se a patroa arranja hora extra, mesmo sem estar muito afim, eu faço. Se os amigos querem sair hoje, lá estou eu pronta pra "entrar em ação". Se é pra mudar o sofá de lugar, limpar a janela ou fazer um yakissoba caseiro, lá to eu prestativa -não que a preguiça não atrapalhe em alguns casos, sou prestativa porém humana.-. Mas se for pra fazer alguma aventura louca, ai eu to dentro, super dentro. Se alguém precisa de ajuda, lá to eu. Mas o pior é esse estado constante de alerta, sempre esperando e tentando prever os fatos. Sempre preparada pra qualquer imprevisto, problema ou surpresa. E é ai que entra o problema! Estou sempre pronta pra qualquer surpresa, e por esse motivo sempre disse aos 4 cantos que não gostava de surpresas. Talvez por isso eu nunca tivesse tido nenhuma marcante, até pouco tempo... Acontece que eu ali, naquele debate com todos esses argumentos a favor da prontidão, que era ótimo estar sempre em alerta, sempre prevenida, sempre pronta, sempre prestativa, até que um amigo vira e diz: "Pense então na melhor coisa que te aconteceu até hoje". Pensei em algumas, mas em uma principal. Ok. "Você estava pronta para ela?". Não, eu não estava. Em todas as melhores coisas que me aconteceram, em nenhuma eu esperava, em nenhuma eu estava de prontidão. E se eu esperasse, talvez não teria visto como a melhor coisa que me aconteceu. Eu não tinha ideia do quanto uma surpresa é bom e me faz ficar fascinada, até me mostrarem. E digo que passei 20 anos evitando essas surpresas e delicias porque achava que estar sempre alerta me deixava segura. Não posso concluir dizendo se é bom ou não estar de prontidão, se devemos ou não estar o tempo todo alerta e prevendo os fatos, mas posso afirmar que agora eu amo as (boas) surpresas mais do que qualquer evento, são mágicas.

domingo, 7 de outubro de 2012

Quanto tempo será que demora pra alguém perceber que você simplesmente não quer contato nenhum? Que você não quer saber se está bem, não quer dar notícias, não quer ser amiga, colega, amante, namorada nem conhecida? Você demonstra por a+b que não quer nem mais ouvir falar no nome do fulano, muito menos nos problemas dele, mas parece que tem gente que não entende. Nunca fui de querer cortar contato, eu confiava, as pessoas me faziam de boba e parecia que eu nunca cansava e abria o olho, até que contando para um amigo como eu estava me ferrando sozinha porque um certo fulano tinha me deixado na mão, pela milésima vez, ele me disse essas palavras milagrosas que tanto me ajudaram: "cuidado com cadeira quebrada, quantas vezes você sentar, quantas vezes vai cair no chão". Aplicando ao meu caso, quantas vezes eu confiar em quem não devo confiar, quantas vezes eu vou me decepcionar, e me foder.
E era isso que me faltava fazer, identificar as cadeiras quebradas, bambas, que não dão confiança e fazer o que deveria ser feito: conserta-las ou se desfazer delas. Não se conserta pessoas. É extremamente desnecessário pra mim manter contato, coleguismo ou amizade com esse tipo de pessoa. Então fica a dica pra mim e para todo mundo que precise, não sente em cadeiras quebradas, porque você vai bater com a bunda no chão.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Porque se for pra brincar de vida, eu vou provar que sou dura na queda. Posso tomar quantas rasteiras forem necessárias, eu não vou deixar de acreditar, e tentar e me jogar de novo com a mesma intensidade de antes. Não mesmo. Eu quero viver full time, eu não aceito o mais ou menos, não aceito as metades, não aceito não me sentir completa, intensa. Mesmo que isso me custe a dor das quedas, eu sei que tentar novamente sem medo me trás essa vivacidade toda, e que grande parte da minha felicidade vem dessa tentativa, erro e por vezes sucesso. Vale a pena, eu sei que o sentimento de decepção no passado não consegue e nunca poderá ofuscar as coisas boas que vieram e ainda estão por vir. Até porque, damos muito mais valor para as coisas boas quando provamos do que é ruim, e pra mim é necessário, já que gosto de aprender com as minhas próprias experiências e tropeços. Posso ser estúpida, impulsiva, sair ralada, mas nunca vou deixar de viver algo por medo de me machucar ;)